Entre 2000 e 2011 Nick Heidfeld foi um dos nomes que figurou no plantel da Fórmula 1. Depois disso a carreira seguiu outros rumos, tendo, por exemplo, passado pelo WEC, American Le Man Series e Formula E, esta última em que se encontra.
Numa análise à Fórmula 1 atual, o piloto entende que nem tudo vai mal e que as críticas são por vezes exageradas. “Primeiro que tudo, penso que a Fórmula 1 precisa de sair desta espiral negativa em que se encontra, para mim, ela não existe pela razão certa. Claro que podemos sempre melhorar as coisas, mas a Fórmula 1 não está tão mal quanto as pessoas tentam fazer crer. Ainda tem monologares fantásticos com piloto fantásticos e boas corridas”, disse.
Quanto ao domínio da Mercedes, é algo que já foi vivido no passado com outras equipas. “Desde que a Fórmula 1 existe, sempre existiram equipas dominantes. Por isso iremos sempre ter equipas que serão melhores do que as outras.”
Heidfeld confessa sentir falta do antigo som dos motores e considera o DRS um sistema artificial para as ultrapassagens. Para o piloto, faz falta grip mecânico na Fórmula 1. “Penso que o grip mecânico irá ajudar sempre as corridas. Isso também iria aumentar a segurança, especialmente o grip dos pneus. Se tiveres grandes pneus, muito grip dos pneus, é mais seguro e melhor para as corridas.”











