Apesar da recuperação de Katsumasa Chiyo nas últimas voltas das 12 Horas de Bathurst, o neozelandês Shane van Gisbergen, novo piloto da Triple Eight nos V8 Supercars e colega de equipa de Álvaro Parente no McLaren que acabaria por vencer a prova, afirmou que não estava preocupado com o andamento do rival da Nissan. A diferença final de apenas 1,2 segundos poderia indicar o contrário, mas van Gisbergen, autor da volta mais rápida e responsável pelo último turno ao volante do carro nº 59, revelou que esteve a controlar o ritmo nos instantes finais da prova.
“O carro estava muito rápido e apesar de os travões estarem já desgastados, limitei-me a geri-los da melhor forma. Não fazia sentido estar a imprimir um ritmo mais forte quando tinha 15 segundos de vantagem para o Nissan. Tinha tudo controlado.”
A vitória representa a primeira de um McLaren numa prova de resistência internacional em vinte anos.











Excelente trabalho deste piloto, que fez barba, cabelo e bigode (leia-se PP, volta mais rápida e venceu). Destaque também para o trabalho do Álvaro Parente, que na estreia em Mount Panorama, soube ser veloz sem cair nas ratoeiras do circuito, dando o melhor contributo expectável para a vitória. Excelente corrida desta tripla. Se formos a ver, rapidez, segurança e consistência, têm sido características habituais dos nossos pilotos de carros de rodas tapadas: Lamy, Parente, Albuquerque e Monteiro, embora este tenha tido dificuldade em adaptar-se ao lado mais “físico” das corridas de turismos. Fantástica corrida de 12 horas ao sprint, num… Ler mais »