É já no próximo sábado, dia 2 de janeiro, que a Peugeot vai arrancar para o seu segundo Dakar consecutivo depois do regresso em 2015 à mítica maratona do TT.
A equipa já realizou o shakedown, em Arawak, a noroeste de Buenos Aires, naqueles que foram os últimos quiómetros das quatro duplas antes do inicio da prova – Stéphane Peterhansel/Jean-Paul Cottret (n°302), Carlos Sainz/Lucas Cruz (n°303), Sébastien Loeb/Daniel Elena (n°314) and Cyril Despres/David Castera (n°321).
Para o 11 vezes vencedor do evento, Stéphane Peterhansel, a equipa está melhor preparada este ano. “No último ano houve uma boa atmosfera na equipa mas estamos ainda mais coesos este ano. Todos sabem que temos um bom potencial e uma ótima equipa. Claro que estamos ainda todos um pouco nervosos neste momento, mas o sentimento é um pouco melhor que aquele que tínhamos na mesma altura, há um ano atrás”.
Já nas palavras de Carlos Sainz: “Aguardamos todos pelo primeiro verdadeiro dia de competição (…). O carro está muito melhor, o que não nos garante nada em termos de resultado, mas irá mostrar que estamos melhor preparados. A fiabilidade é crucial no Dakar, por isso iremos ver agora onde nos iremos posicionar em relação a isso. O teste correu bem mas temos de ter cuidado porque a parte inicial do percurso não é o ideal para um carro de duas rodas motrizes como o nosso 2008 DKR.”
Quanto a Cyril Despres: “Sinto-me muito calmo. O shakedown de ontem correu muito bem. Foi muito importante, como o prólogo no sábado será crucial para nós. Irá determinar a ordem de partida. Descobri que o novo 2008 DKR é fácil de pilotar. Mas o Dakar será o meu primeiro rali com o carro.”
Já o estreante Sébastien Loeb é uma das grandes atenções da prova, revelando algum nervosismo e expetativa em relação ao que irá encontrar. “Este é o eu primeiro Dakar, por isso, obviamente que não posso dizer que me sinto particularmente confiante. Estou perfeitamente ciente que eu e o Daniel partimos com experiência zero para este evento. Não será fácil, mas estamos aqui sobretudo para aprender. Estou a tentar não colocar demasia pressão em mim por causa disso. Vamos encarar tudo conforme surja sem tentarmos forçar as coisas, e veremos como nos corre. (…) Tenho um bom feeling com o carro e estou ansioso por descobrir como é estar a fazer etapas onde pilotamos durante 500 km e dias onde fazemos 1000 km, ao calor, e tudo o que virá com isso. Mal posso esperar por descobrir tudo isso.”















