O DTM e o Super GT do Japão chegaram a acordo quanto aos regulamentos idênticos em ambos os campeonatos a partir de 2017, sobretudo nas áreas do chassis e aerodinâmica. Os motores serão de dois litros, quatro cilindros e turbocomprimidos, com este acordo a ser importante para a nova ‘Class One’, o seu nome internacional. O detentor dos direitos e promotor do DTM (ITR), os organizadores do Super GT (GTA) e os construtores envolvidos chegaram a um acordo em Tóquio, sendo que a IMSA também deverá anunciar corridas segundo as novas regras ‘Class One’.
Os nomes e características particulares de cada campeonato serão mantidos, mas os detalhes técnicos evoluem para um conjunto comum de regulamentos denominado ‘Class One’. Os carros devem ser espectaculares, altamente seguros e com menores custos de desenvolvimento, com uma silhueta semelhante aos atuais DTM e Super GT. Mas a partir de 2015, debaixo do capot estará um motor de quatro cilindros, dois litros e com potências a rondar os 600 cv. O uso do DRS, limitações nos testes e especificações dos pneus também serão áreas a modificar, com os envolvidos a acreditarem que estão num bom caminho para, a partir de 2017, competir nos diversos campeonatos sem grandes mudanças necessárias aos carros ‘Class One’.
Hans Werner Aufrecht, presidente da ITR, comentou que “o acordo alcançado entre os construtores líderes na Alemanha e no Japão é um marco importante no caminho para estabelecer regulamentos conjuntos e implementados globalmente da Class One”. Os construtores é que decidirão se o seu Class One vão competir entre os três campeonatos (DTM, Super GT e IMSA), o que lhes cria oportunidades de marketing totalmente novas.
Segundo o responsável, “estou deliciado por irmos demonstrar o nosso terreno comum na Europa, Japão e EUA, com este nome distintivo (n.d.r.: Class One). Estas mudanças irão ajudar-nos a alcançar uma variedade de marcas nunca testemunhada antes ao mais alto nível técnico e, consequentemente, iremos dar ao público automobilismo ainda mais fascinante”. Masaaki Bandoh, presidente da GTA, organizadora do Super GT, acrescentou que “concordámos totalmente no conceito de regulamento técnico comum. Este acordo irá criar melhores condições aos construtores automóveis de participar nos outros campeonatos no futuro”.











