A Ferrari terá como um dos principais problemas o excesso de peso da sua unidade motriz V6 turbo. O problema, naturalmente, estará a abranger não só a equipa de fábrica como também as suas clientes Marussia e Sauber, que lutam contra os 13 kg excessivos que o conjunto propulsor terá.
Segundo Michael Schmidt, correspondente da publicação alemã ‘Auto Motor und Sport’, o excesso de peso também surpreendeu a Ferrari, que terá votado contra um aumento do peso mínimo monolugar/piloto (atualmente 691 kg). Apesar do quinto posto de Fernando Alonso – quarto com a desclassificação de Daniel Ricciardo – o diretor técnico da Scuderia, James Allison, admitiu que “a nossa competitividade não foi aceitável”. A confirmar-se o excesso de peso na unidade motriz Ferrari 059/3, a verdade é que agora pouco poderá ser feito, pois o congelamento está em vigor desde 28 de fevereiro, data-limite para entregar os dados do motor à FIA.









