Max Chilton terminou no GP do Canadá o seu recorde de corridas terminadas sucessivamente (26 Grandes Prémios), num acidente em que, ironicamente, também eliminou o seu companheiro de equipa. Já tinha perdido a posição quando insistiu na entrada da Curva 3, ficou sem espaço, entrou em pião e acabou por enviar Bianchi para o muro, danificando seriamente o chassis do francês. Dadas as enormes dificuldades financeiras da sua equipa, causou duma assentada um forte dano aos comandados de John Booth, que só não entrou em desespero porque ainda está a ‘gozar’ dos pontos que Jules Bianchi somou no Mónaco, e que muito jeito vão dar à Marussia.
Como se não bastasse, Max Chilton culpou o colega de equipa, quando o culpado foi ele próprio: “Na TV só se vê eu a entrar em slide e a bater-lhe mas a verdade é que estávamos lado a lado na curva 2 eu travei tarde, mas ele travou ainda mais tarde, demasiado na minha opinião e a única coisa que eu podia fazer naquela altura era ir para dentro para não lhe bater e ao passar pelo corretor fiquei sem espaço, toquei nos travões e o carro atravessou-se…”, justificou.








