Toto Wolff admitiu que as equipas em dificuldades poderão ficar com a vida ainda mais complicada no caso de haver maior margem de manobra dentro do congelamento do desenvolvimento dos motores. A Mercedes tem dominado claramente a primeira temporada das unidades motrizes V6 turbo, e as rivais Ferrari e Renault querem naturalmente o levantamento do congelamento de motores para se tentarem aproximar.
Na opinião de Wolff, “seria estúpido argumentar que temos o melhor motor e mais nada nos interessa. Devemos levantar questões sobre os custos. Oito ‘passes’ custariam dezenas de milhões de euros. Quem pagaria se não o cliente?” Do lado da Williams, cliente dos alemães, a vice-chefe de equipa Claire Williams admitiu que “pagamos cerca de 20 milhões de libras pelo nosso motor numa altura em que tentamos controlar os custos na Fórmula 1”.
A Sauber poderia estar interessada nas melhorias nos motores Ferrari, mas numa altura financeiramente conturbada, Monisha Kaltenborn recusa um congelamento de motores mais leve se os custos forem mais elevados para quem fornece: “Apoiamos a ideia do desenvolvimento dos motores ser permitida em certos parâmetros, mas isso não leva necessariamente a que nós, clientes, devamos suportar os custos por isso”, disse.










