Antes do Grande Prémio dos Estados Unidos a Renault apostou numa evolução do seu motor, utilizando 11 dos 12 tokens disponíveis. Agora, no Grande Prémio do Brasil (13 a 15 de novembro), em Interlagos, a Red Bull irá estrear esta última atualização, após ter optado por não o fazer nas duas corridas anteriores – Estados Unidos e México.
No GP dos Estados Unidos a Red Bull considerou que não se justificava a penalização de dez lugares na grelha que a troca de motor iria obrigar, enquanto no México, por ser uma corrida disputada em altitude, a equipa voltou a optar por adiar a sua utilização.
Na próxima semana a Red Bull vai fazer uma análise às atuais unidades motrizes, para depois decidir se ambos os pilotos – Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat – ou apenas um deles, irá utilizar o motor mais evoluído. Facto é que a Red Bull acredita que o monolugar fique cerca de 0,2s mais rápido por volta.









