Olivier Ciesla, um dos dois diretores executivos do promotor oficial do WRC, revelou qual é a estratégia em relação à escolha geográfica e à edificação do calendário do Mundial de Ralis, sendo certo que, a última palavra é sempre a FIA e não da empresa Promoter GmbH.
À pergunta se a prioridade é que o Promotor se concentre nos eventos com maior tradição e sucesso ou, pelo contrário, é procurarem novos países emergentes que respondam às necessidades de mercado dos construtores, Ciesla responde que “o desafio é conseguir a mistura correta, tentando sempre conservar os ralis mais fortes e emblemáticos. Isso é um ponto forte do WRC, o facto de existirem eventos com muita tradição. Novos países poderiam ser benéficos mas nunca é fácil introduzir um novo rali no calendário”.
Segundo explicou, “a nossa tentativa de trazer novos países prende-se com a procura de novas paisagens e imagens, e de novas circunstâncias para a própria competição. Gostaríamos de conciliar estes nossos objetivos com a vontade dos próprios construtores. Mas também sabemos que é duro impor o WRC a um país sem grande tradição, principalmente devido ao nível das nossas organizações e devido aos requisitos impostos pela FIA”.
Em tom de conclusão, Ciesla refere que “não podemos alargar ou alterar radicalmente o calendário de um ano para o outro. A nossa estratégia é identificar os sítios onde queremos estar e ajudar as organizações locais a atingirem um nível que lhes permita entrar no WRC”.









