Ao nível do Agrupamento T2, Américo Santos mantém a aposta na Nissan Navara com que chegou ao título no ano passado, retomando uma vez o duelo com a Isuzu Rodeo inscrita pela Prolama, embora agora conduzida pelo regressado Frederico Roque. Por sua vez, Adélio Machado renova a ambição de lutar pelo título com o Land Cruiser da debutante Padock Competições, enquanto José Lucas se mantém fiel ao Mercedes ML 430 que levou ao terceiro lugar da categoria na última temporada.
De qualquer forma, a principal novidade vai mesmo para o capítulo regulamentar, já que a FPAK decidiu este ano atribuir bonificações aos concorrentes que apostam nesta categoria, a mais próximo dos veículos de série, potenciando a sua participação com a atribuição de pontos suplementares para a tabela absoluta. Assim, e exclusivamente para o Grupo T2, aos dois primeiros classificados de cada Sector Selectivo com extensão mínima de 100 km (de cada uma das provas do CNTT) serão agora atribuídos 1 e 2 pontos, respectivamente, para efeitos de pontuação no Campeonato Absoluto (e não no próprio Agrupamento). Quer isto dizer, portanto, que se um mesmo piloto vencer, por exemplo, os três sectores cronometrados propostos para a Baja Terras d?el Rei, independentemente do seu lugar à geral, recolherá um total de seis pontos no final – tantos quanto o terceiro classificado à geral, podendo aumentar ainda o seu pecúlio no caso de terminar entre os lugares pontuáveis da classificação absoluta.
Ainda que discutível, sobretudo do ponto de vista dos pilotos que investem nos mais competitivos carros do Agrupamento T1, esta nova regra antecipa uma proposta da FIA para extinguir esta classe o mais tardar em 2008, ano em que quer promover um Campeonato do Mundo só com base nos carros de Produção.









