No cerne da decisão da Aprilia está o facto das Moto2 terem motor de 600cc, mas sobretudo, o facto desses serem provenientes da Honda.
“O campeonato Moto2 não apresenta, à vista do Grupo [Piaggio], as características tecnológicas e desportivas determinantes para a participação estratégica da Aprilia neste tipo de competições. Por isso, o Grupo sente que não há necessidade de danificar a imagem de um grande construtor italiano e europeu de motos – que venceu 43 títulos em pista e off-road – ao participar numa competição forçosamente centrada no motor de um construtor rival”, refere um comunicado emitido pelo Grupo Piaggio.











