Sem possibilidade de testar nas provas fora da Europa, o mesmo se passou no México e Argentina, a dupla portuguesa apenas na próxima quinta-feira, antes da “Qualifying Stage”, poderá fazer um pequeno teste para verificar as afinações ideais para a prova. “Vamos procurar encontrar rapidamente qual a melhor solução para aquilo que vamos encontrar aqui na Nova Zelândia.
Não é uma prova nova para nós mas, apesar de terem passado quatro anos desde a nossa única visita, sabemos como são as características das especiais e durante os reconhecimentos vamos tentar perceber se existem muitas alterações. É um rali espectacular e apesar da longa viagem é fantástico ter a possibilidade de regressar a Auckland”, começou por dizer o piloto de Santo Tirso.
Voltar aos bons resultados é o grande objectivo traçado à partida para o Rali da Nova Zelândia. “O MINI está mais confortável no tipo de piso que vamos ter aqui e nós vamos logicamente tentar capitalizar esse fator a nosso favor. As condições climatéricas serão determinantes, pois caso chova, a suavidade dará lugar ao escorregadio e as coisas podem mudar radicalmente. Estamos a preparar todos os cenários possíveis e muito confiantes num desfecho positivo neste rali. Queremos regressar a casa com mais pontos no campeonato”, disse ainda Armindo Araújo.
O Rali da Nova Zelândia terá início com a “Qualifying Stage”, a disputar em Helensville, quando o relógio marcar em Portugal 21 horas de quarta-feira. O primeiro dia de especiais está agendado o dia seguinte, sexta-feira. O fuso horário entre Nova Zelândia e Portugal é de mais 11 horas.









