Os troféus monomarca estão em vias de regressar aos ralis, numa iniciativa que poderá ajudar a fomentar a projecção das provas do “Open”. Em avançado estado de desenvolvimento estão, para já, dois projectos que pretendem reeditar os saudosos troféus Seat Marbella e Nissan Micra, ainda que, nesta altura, a competição a disputar com os carros espanhóis pareça estar um passo à frente em termos de
Com a responsabilidade organizativa do piloto Jorge Pinto, o troféu “Fastbravo”, disputado com os Marbella, pretende ser «um troféu-escola onde quem se quiser iniciar nos ralis o possa fazer a custos reduzidos», confirma o piloto.
A ideia é utilizar os Seat Marbella em condições semelhantes (que não iguais) às utilizadas no troféu da década de 90 por forma a que se possam colmatar algumas das falhas de fiabilidade existentes nos carros espanhóis da altura. Segundo o mentor do projecto, «haverá um kit que inclui um novo “roll bar”, uma protecção de cárter, uma caixa de velocidades com relações mais curtas, suspensões com a melhor relação preço/qualidade e com alturas especificas ao solo, para além de pneus iguais para todos e apenas com duas variantes, uma para terra e outro para asfalto».
Tudo isto a um preço que não deverá ultrapassar os seis mil euros (já com o carro incluído), para que uma temporada de oito ralis (onde contarão apenas seis – três de terra e três de asfalto) não ultrapasse os 10 mil euros.
Menos pormenores são conhecidos em relação ao renovado Troféu Micra que não tem ainda um promotor e um regulamento definido, mas onde não falta ideias. Na calha, está a utilização dos Micra 1.3S com um motor de origem e suspensões e pneus iguais para todos os concorrentes, bem como um calendário de oito provas (das quais pontuam apenas seis) e a obrigatoriedade dos participantes fazerem os reconhecimentos com carros de série.










