Limitando-se a controlar os seus mais directos adversários, sobre os quais caía toda a pressão da corrida, o piloto do Team BP Ultimate Castrol adoptou um ritmo “quase de passeio, pois estava decido a não arriscar nada”, não se livrando, contudo, de um percalço no decorrer da penúltima etapa, “quando partimos uma transmissão a 100 km do final do segundo sector”.
Apesar de tudo, “e porque tínhamos uma grande margem de manobra, cumprimos o principal objectivo, garantindo um merecido título que só esteve em discussão até esta prova devido a um desajustado sistema de pontuações”, analisou Nelson Clemente, referindo-se, naturalmente, ao peso excessivo do Transibérico no campeonato.
“Só foi mesmo pena o Paulo (Fiuza) não ter também alcançado o título de Navegadores – que perdeu por não ter participado na prova de Macedo de Cavaleiros”, frizou por último. Esse acabou mesmo por ficar na posse de Nuno Silva, co-piloto de Edgar Condenso que em Portalegre confirmou o vice-campeonato da categoria, no rescaldo de uma prova em que partiu uma transmissão dianteira e uma mola traseira da Isuzu D-Max, após toque numa pedra.













