A ideia foi expressa por Paul Hambery, chefe do departamento de competição da Pirelli, que manifestou o desejo de oferecer aos jovens pilotos uma hipótese de se mostrarem ao volante de um WRC, mas também de aumentar a espectacularidade da competição, uma vez que isso iria aumentar o número de carros em prova.
Para o futuro imediato, em 2009, o programa Pirelli Star Driver irá providenciar cinco viaturas idênticas semelhantes para cinco pilotos, mas o desejo da marca é alargar essa oferta. “Porquê parar por aqui? Se houvesse 20 destes carros idênticos, teríamos qualquer coisa parecida com o GP2 nas corridas de F1”, disse Hambery ao Autosport.com, explicando que nos moldes actuais “é incrivelmente difícil para as equipas encontrarem novos talentos”.
“E os pilotos com bons orçamentos debatem-se com a pressão de ter que escolher onde demonstrar o seu talento e colocarem-se em destaque”, referiu, observando ainda que “isto iria resolver todos esses problemas”.
“É o que precisamos. Chamar-lhe-íamos WRC2, corríamos em cinco ou seis provas – algumas de asfalto, outras de gravilha e talvez uma de neve – e criaríamos um degrau de acesso ao WRC”, prosseguiu Hambery, para quem esta fórmula teria de ser muito semelhante à seguida pela GP2, em especial no que diz respeito ao número de provas, de modo a manter os custos sob controlo.
“A Pirelli está a fazer um grande investimento para encontrar novos pilotos, o que é fantástico, mas pode-se fazer mais pelo desporto em si”, concluiu Hambery, que revelou ainda não ter sido escolhido o carro para a próxima época do Pirelli Star Driver, embora tudo aponte para os Subaru Impreza de Grupo N.











