Depois dos problemas sentidos ao longo do ano, a dupla Miguel Barbosa e Miguel Ramalho partem para a última prova do CPTT no carro com que participaram na edição deste ano do Dakar, voltando ao motor V6 de 4 litros, menos indicado para este tipo de provas mas bastante mais fiável.
Depois de alguns azares ao longo do campeonato, nomeadamente na última prova onde acabou por ser forçado a abandonar a apenas 30 kms do final, Miguel Barbosa arranca ano com expectativas diferentes, apostando na fiabilidade do seu Mitsubishi Lancer e em chegar ao final da dura prova. Mesmo depois de ter já sentido o sabor da vitória nesta prova e de ser uma das suas favoritas, o jovem piloto refere que “acima de tudo queremos acabar a prova pois este ano temos tido muitos problemas mecânicos e essa não é a nossa imagem de marca”.
Com uma imposição de redução do restritor de ar de 34 para 33 mm, que impossibilita poderem usufruir de toda a performance do carro, Miguel Barbosa e Miguel Ramalho esperam “fazer o nosso melhor, tentar discutir ao máximo durante todos os km e esperar que a chuva apareça para aproximar o andamento dos carros”.












