Depois do que os seus pilotos fizeram em Monte Carlo, a Citroën desiludiu no Rali da Suécia. Mads Ostberg esteve quase sempre na carruagem da frente do comboio da vitória (com o trio que animou o rali) mas um furo roubou-lhe as hipóteses de tentar assegurar a sua segunda vitória no WRC e logo num dos ralis onde estava mais à vontade e tinha melhores condições para o fazer. Com Meeke a não escapar a algumas saídas de estrada e piões e não ir além da sétima posição final, a Citroën não partirá para o Rali do México com a moral nos píncaros, voltando a ressentir-se da falta de Sébastien Loeb. Tanto Kris Meeke como Mads Østberg terminaram o Rali da Suécia no top 10, muito pouco para o que o carro é capaz: “Os incidentes da prova, uma mão cheia de problemas técnicos que tivemos e os erros cometidos pelos nossos pilotos fizeram com que ficássemos muito longe dos objetivos desejados pela equipa no início do rali. Vamos agora olhar melhor para tudo o que sucedeu para nos prepararmos o melhor possível para o Rali do México. Estamos ainda todos muito motivados. E isto é apenas o início da temporada!”, disse Yves Matton, Director da Citroën Racing Team.
Para Mads Østberg, foi perdida mais uma oportunidade de brilhar, numa prova feita à sua medida. Se não consegue na Suécia, onde mais? “Vamos agora mudar toda a nossa atenção, o mais depressa possível, para o Rali do México. Temos que nos focar nos aspetos positivos do Rali da Suécia e esquecer o resto. Mas, mesmo com os nossos problemas, fomos capazes de nos bater por uma posição no pódio, nesta prova”, disse.
Ironicamente, Kris Meeke ficou três posições à frente do seu companheiro de equipa nórdico: “Na Suécia é preciso rodar de forma muito limpa nas classificativas, mas fui demasiado cauteloso algumas vezes. Mesmo assim, ganhar um troço na minha segunda presença na prova, na neve, é um excelente sinal de encorajamento. O meu ritmo melhorou consideravelmente, em comparação com o ano passado. Senti-me confortável com o DS 3 WRC. Temos que continuar a andar assim e a evitar cometer erros. No México, temos que chegar ao fim do rali sem qualquer erro”, concluiu.











