Carlos Barbosa, presidente do ACP, reforçou que esta passagem do Rali de Portugal de sul para norte não foi uma decisão fácil, pois a equipa que lidera tem perfeita consciência dos riscos que acarreta uma decisão destas. O público no rali no norte do país é muito mais do que acontece a sul e por isso a questão da segurança é de primordial importância para o sucesso da prova. Fique com o resumo das declarações de Carlos Barbosa: “É aqui que está a paixão. É aqui que está o público. Não foi uma decisão de ânimo leve. (…) Tenho a sorte de ter a melhor equipa organizativa do Campeonato do Mundo. E posso falar porque conheço todas as organizações do Mundial, como presidente da Comissão do WRC da FIA. (…) Fomos pressionados para trazer o rali para o Norte. É importante que se perceba que, segundo os estudos mais recentes, cada euro investido pelo Estado no rali desde 2007 gerou um retorno direto de 54 euros. Eu repito: 1 euro de investimento, 54 euros de retorno direto. (…) Estou agradecido do fundo do coração às 13 Câmaras, pois só foi possível conseguir trazer o rali para o Norte com o apoio destas entidades. Sei que inclusive já existiram observadores internacionais que estiveram a ver as especiais e ficaram estupefactos pelo trabalho feito nos troços. (…) Para terminar tenho de dizer uma coisa. A pessoa que mais se opôs a que o Rali de Portugal viesse para o Norte chama-se Rui Rio. O Rali de Portugal só não veio antes para o Norte devido ao dr. Rui Rio”.








