Montalegre recebeu este fim de semana a quinta prova do Campeonato Nacional de Ralicross (CNRx). No Kartcross, Pedro Rosário (Semog Bravo) foi o vencedor. Na Super Nacional 4WD, venceu Daniel Costa (Citroen Saxo Bi-motor). Na Super 1600, Hélder Ribeiro venceu com alguma oposição, na Super Nacional, João Oliveira (Peugeot 206) venceu depois de suplantar Sérgio Nunes (Peugeot 205) na partida. Na Super 1400, uma grande corrida, que terminou com vitória de Santinho Mendes. Nos Super Buggys, Ludgero Santos (Toniauto TNTT) foi o vencedor.
Numa prova organizada pelo Clube Automóvel de Vila Real o dia de hoje arrancou com a 2ª Corrida de Qualificação das diversas categorias.
No Kartcross, João Matias (Semog Bravo) não aproveitou a pole position. Partiu mal e perdeu várias posições. Na travagem para a curva um alguns toques no meio do pelotão, mas ninguém ficou pelo caminho. José Mota (Semog Bravo) furou pelo meio de todos e da segunda linha para a frente da corrida, com Pedro Rosário (Semog Bravo) a não lhe dar um segundo de descanso. Entretanto Luís Oliveira (Semog Revolution) e Luís Almeida (Semog) encostaram-se aos primeiros. Oliveira surpreendeu Pedro Rosário que de uma assentada perdeu duas posições, baixando para quarto. José Luís Pereira (AG 600) fechou o grupo dos cinco da frente.
Na Super Nacional 4WD, Daniel Costa (Citroen Saxo Bi-motor) partiu bem, mas pouco depois cedeu a primazia a Carlos Fernandes (Toyota Celica GT4). Já na Super 1600, assistimos, pode-se dizer, a uma corrida por eliminação. Logo no início Pedro Almeida foi a ausência notada pois o seu Peugeot 206 S1600 decididamente não colaborou.
Após a partida, Bruno Gonçalves (Citroen Saxo Kit Car) e Helder Ribeiro (Citroen C2) envolveram-se numa luta pelo posto da frente. Ribeiro deu um toque num rail e a
prova terminou logo aí. Bruno Gonçalves, logicamente, venceu.
Na Super Nacional, Serie A, João Oliveira arrancou bem, partia da pole e rapidamente conseguiu uma vantagem que lhe permitiu travar com mais à vontade para a curva um. O mesmo não se passava atrás e no meio da ‘molhada’ Tiago Seguro (Peugeot 306) já não passou da primeira curva. José Sousa (Peugeot 306) era a oposição ao primeiro classificado, mas depois de algumas tentativas decidiu gerir a corrida e não arriscar mais. Bruno Sousa foi terceiro e Magda Oliveira (Toyota Yaris) a quarta a cortar a meta.
Na Serie B, Bruno Ferreira (Honda CIvic) arrancou como uma bala da segunda linha da grelha, liderou por alguns metros e queimou a travagem no fim da reta. Perdeu tempo e de uma assentada baixou para terceiro. Sérgio Nunes (Peugeot 205) estava na frente e mesmo após a Joker Lap mantinha a posição, mas muito mais pressionado. Tinha Bernardo Maia (Citroen AX) completamente colado à traseira. Foi assim até ao final da corrida. Bruno Ferreira foi terceiro e Ademar Pereira (Renault Clio) o quarto classificado.
Na Super 1400 Iniciação, Santinho Mendes (Peugeot 205) partiu da pole position, mas rapidamente passou a ser Francisco Silva (Citroen AX) a rodar na frente. Arrancou bem e liderou no início. As idas à joker Lap permitiram que o mais jovem do clã Mendes se colasse à traseira do AX e no fim da reta da meta assumiu o comando. Francisco Silva perdeu tempo com a surpresa e Leandro Macedo (VW Polo) passou a atacar a segunda posição. A forma como o segundo lugar foi disputado transformou- se no foco de atenção da segunda metade da corrida, em que Silva teve que suar para manter Macedo no terceiro posto.
José Eduardo Rodrigues (Toyota Starlet) andou também nesta luta e foi o quarto a cortar a meta, à frente de Andreia Sousa (Toyota Starlet).
Nos Super Buggys, Ludgero Santos (Toniauto TNTT) fez uma segunda corrida em tudo semelhante à anterior. Colocou-se na dianteira logo no início e controlou a corrida. António Santos (Toniauto TNTT) assumiu a segunda posição, com Luís Santos (Toniauto TNTT) rodar próximo e nesta luta, a estratégia das idas à Joker Lap foi favorável ao segundo, que desta forma ‘atirou’ António Santos para o mais baixo do pódio. Nelson Barata (Atmos) foi o quarto classificado.
Na 3ª Corrida de Qualificação, no Kartcross, Pedro Rosário (Semog Bravo) partiu da segunda posição da grelha e como um tiro foi para a cabeça da corrida. Luís Oliveira (Semog Revolution) ficou na segunda posição a aguentar os fortes ataques que lhe eram movidos por Luís Almeida (Semog). Mas estava tudo ainda muito longe de ficar resolvido. José Luís Pereira (AG 600) e Nuno Bastos (ASK EVO 2014) envolveram-se num toque à entrada da reta da meta, perderam tempo, mas prosseguiram em prova.
Pedro Rosário, sem pressão, ganhou uma vantagem de três segundos. Luís Oliveira viu José Mota (Semog Bravo) a surgir atrás de si, ele que tinha ganho o lugar Luís Almeida. O quinto a cortar a meta foi José Pinheiro (Semog Bravo).
Na Super Nacional 4WD, Carlos Fernandes (Toyota Celica GT4) fez o pleno. Dominou a corrida e venceu de novo, com vantagem sobre Daniel Costa (Citroen Saxo Bi-motor).
Na Super 1600, Bruno Gonçalves (Citroen Saxo Kit Car) dominou ‘de fio a pavio’, com oposição de Hélder Ribeiro (Citroen C2). Pedro Almeida alinhou, mas ficou cedo pelo caminho. Os problemas de motor do Peugeot 206 S1600 não se resolveram e o carro desligoava-se sozinho. Entretanto, com a meta à vista, deu-se o golpe de teatro do dia e Hélder Ribeiro passou Bruno Gonçalves e ganhou a corrida.
Na Super Nacional, Serie A, João Oliveira (Peugeot 206) dominou a corrida. Rapidamente ganhou vantagem, enquanto lá mais para trás Bernardo Maia (Citroen AX) suou para ser segundo, pois deu trabalho ganhar a posição a Ademar Pereira (Renault Clio). Bruno Sousa (Peugeot 205) deu o tudo por tudo até ao baixar da bandeira xadrez e foi o quarto à frente Magda Olivieira (Toyota Yaris).
Na Serie B, Ségio Nunes (Peugeot 205) arrancou na frente e de imediato foi pressionado por Tiago Seguro (Peugeot 306) que partiu bem da segunda linha. José Sousa teve que se aplicar para não perder o controlo do Peugeot 309 no fim da reta, depois de queimar a travagem. Baixou para quarto, enquanto Bruno Ferreira (Honda Civic) subiu para a segunda posição. Sérgio Nunes era primeiro e não perdeu a posição na ida à Joker Lap. Tiago Seguro teve uma saída ligeira na curva um e perde segundos preciosos. Terminou na terceira posição, com José Sousa nos ‘calcanhares’.
Nos Super Buggys, Ludgero Santos (Toniauto TNTT) colocou-se na dianteira logo no início e controlou a corrida. António Santos (Toniauto TNTT) assumiu a segunda posição, com Luís Santos (Toniauto TNTT) rodar próximo e nesta luta, a estratégia das idas à Joker Lap foi favorável ao segundo, que desta forma ‘atirou’ António Santos para o mais baixo do pódio. Nelson Barata (Atmos) optou por não alinhar, devido a problemas com os travões. Com os três primeiros lugares conquistados, Ludgero Santos ganhou o direito de partir da pole-position na final.
Nas Finais, no Kartcross, Pedro Rosário (Semog Bravo) partiu na frente, mas por pouco não ‘ficava’ logo na curva um. Um toque levantou o Semog, mas não o impediu de seguir na frente da corrida. Bem menos sorte tiveram Luís Oliveira (Semog) e Luís Almeida (Semog), que ficaram pelo caminho. José Mota (Semog Bravo) protagonizou a oposição a Rosário e José Luís Pereira (AG 600) veio lá de trás ao rodar em terceiro. Todas as posições foram fortemente discutidas. Mas no final, foi Pedro Rosário que subiu ao mais alto do pódio, seguido de José Mota e José Luís Pereira. Em quarto e quinto terminaram respectivamente José Pinheiro (Semog Bravo) e Nelson Rocha (Semog 600).
Na Super Nacional 4WD, Daniel Costa (Citroen Saxo Bi-motor) andou na frente a maior parta de corrida, trazendo Carlos Fernandes (Toyota Celica GT4) logo atrás. Foi assim até à última volta.
Na Super 1600, Bruno Gonçalves (Citroen Saxo Kit Car) arrancou na frente, seguido de Hélder Ribeiro (Citroen C2). Pedro Almeida (Peugeot 206 S1600) fez um arranque cauteloso, mas rapidamente encontrou um ritmo ao nível do esperado. Bruno Gonçalves foi à Joker Lap e baixou para terceiro, ficou atrás de Almeida, que tudo fez para defender o segundo lugar. Na frente Hélder Ribeiro rodava descansado e foi ganhando alguma vantagem. Entretanto Pedro Almeida perdia o segundo posto e terminava com o Peugeot a arrastar-se pela pista. Durante todo o fim-de-semana teve problemas no motor e desta feita não foi excepção. Hélder Ribeiro (Citroen Saxo Kit Car) foi o vencedor.
Na Super Nacional, João Oliveira (Peugeot 206) arrancou bem. Sérgio Nunes (Peugeot 205) tentou fechar a porta, mas não pode fazer nada para impedir o homem do Peugeot de se colocar na frente. Entretanto o motor do Peugeot 205 começa a ‘fumar’ e José Sousa (Peugeot 309) pressionava, até que passou para segundo. Sérgio Nunes viu o motor do Peugeot entregar a alma ao criador e ficou pelo caminho. A terceira posição foi bem discutida. Tiago Seguro (Peugeot 306), por fim, levou a melhor sobre Bernardo Maia (Citroen AX), que não facilitou até ao final, mas teve que se contentar com a quarta posição. Ademar Pereira (Renault Clio) foi quinto classificado.
Na Super 1400, uma grande corrida, que terminou com vitória de Santinho Mendes. O mais novo piloto do clã Mendes arrancou da pole-position, depois de ser o melhor classificado nas corridas de qualificação. Na partida Santinho Medes (Peugeot 205) arrancou bem e foi para a frente, se bem que Leandro Macedo (VW Polo) esteve apostado em não facilitar, um toque ou outro à mistura, mas Mendes aguentou-se bem. Pedro Pereira (Renault Clio) vinha a ‘furar’ desde a última linha da grelha e rapidamente se encostou aos da frente. Leandro Macedo fez a Joker Lap e baixou para terceiro.
Francisco Silva (Citroen AX) era quarto classificado, mas não teve um segundo de descanso. José Eduardo Rodrigues (Toyota Stralet) fez os impossíveis para lhe ganhar a posição, mas a corrida termina entretanto, sem que o conseguisse.
Nos Super Buggys, Ludgero Santos (Toniauto TNTT) chegou viu e venceu. Dominou as corridas de qualificação e venceu a final. Colocado desta forma até parece que foi uma corrida sem interesse, o que não é verdade. António Santos (Toniauto TNTT) e Luís Santos (Toniauto TNTT) discutiram o segundo posto, de forma bem acesa. No calor da contenda não conseguiram evitar um toque e Luís Santos ficou a perder. António seguiu para o segundo lugar do pódio e Nelson Barata (Atmos) teve no terceiro lugar final, uma espécie de prémio de consolação, depois de um fim-de-semana marcado pelo azar na viagem até Montalegre e de problemas de travões em prova.









