O Motor Clube do Estoril, organizador do bwin.com Grande Prémio de Portugal que este ano se realiza a 13 de Abril, volta a estar presente este ano no Qatar para a primeira ronda do Campeonato do Mundo de MotoGP de 2008, o primeiro GP da história a ser disputado à noite.
O clube já visitou o Circuito Internacional de Losail por cinco vezes para formar os comissários desportivos e colaborar na Direcção de Corrida e, depois de já terem estado na pista do deserto este ano, fazem agora a segunda visita, conforme explica António Lima, o presidente da agremiação: “Depois de ter estado no Qatar há 15 dias com uma equipa de aproximadamente 40 elementos para organizar os Mundiais de SBK e Supersport, o MCE está agora de regresso para mais uma importante colaboração, desta feita com o MotoGP.”
Tal como em edições anteriores, a visita do Motor Clube do Estoril ao Qatar é boa mostra da qualidade do trabalho que tem vindo a desempenhar no motociclismo a nível mundial. “Tratou-se de mais um convite da FIM, da Dorna, do circuito e da própria Federação do Qatar. Por ser a primeira corrida nocturna da história estaremos perante uma incógnita. De todas as formas, estamos muito animados por fazermos parte deste evento histórico”, confessa António Lima.
“Creio que a maior dificuldade será a visibilidade dos pilotos no que toca às bandeiras utilizadas pelos comissários. Contudo, e caso os pilotos não consigam ver as bandeiras como deve ser, temos como alternativa a mostragem de placas reflectoras. Outra incógnita vai ser o tempo; basta uma tempestade de areia, ou neblina forte, o que é comum no deserto, para a prova poder estar em causa. Há duas semanas também estava muito frio, o que não esperávamos. A ver se o tempo muda”, aponta o Presidente do MCE que, uma vez mais, vai desempenhar funções junto da Direcção de Corrida.
O calendário do MCE prevê ainda a presença em mais cinco provas pontuáveis para Campeonatos do Mundo, sendo as próximas a ronda portuguesa do Mundial de MotoGP e depois a quarta visita do clube a Xangai para o GP da China, onde vai desempenhar funções similares às que está a levar a cabo no Qatar.












