O diretor desportivo da Yamaha no MotoGP, Lin Jarvis, disse que o Mundial precisa de mais corridas no Sudoeste Asiático, assim como um regresso à América do Sul e a África. Das atuais 18 provas do calendário do MotoGP, 11 são em território europeu, o que, segundo o responsável da Yamaha, não reflete a realidade comercial das marcas de motos. “Gostaria de ver este desporto dirigir-se para outros mercados mundiais, que são mercados em crescimento, em particular no Sudoeste da Ásia. O MotoGP é muito importante lá e neste momento só temos a corrida de Sepang. Acho que temos condições para duas corridas no Sudoeste asiático e também gostaria de ver um regresso à América do Sul e a África. Acredito que devemos ir para áreas onde a economia não se está a ressentir tanto como na Europa”, referiu Jarvis.
Desde que regressou à Yamaha, Valentino Rossi já esteve na Indonésia e no Brasil em ações de promoção da marca japonesa. A Argentina deverá estar de regresso ao campeonato em 2014, assim como o Brasil, esperando-se que a Índia também integre o MotoGP num futuro próximo, agora que já faz parte do Mundial de Superbikes.












