Longe de constituir uma novidade, este esquema tem vindo a ser usado pela FIA, por exemplo, ao nível do PWRC e JWRC, pressupondo uma maior flexibilidade aos pilotos na hora de escolher os eventos em que realmente querem participar, numa selecção que tem habitualmente em conta factores como o local e figurino da prova, os custos de deslocação e inscrição ou o tipo de piso, sem esquecer o peso pontual da prova, também porque a FPAK já fez saber que manterá o actual esquema de bonificações, tantos nos ralis como no TT.
De acordo com Luiz Pinto de Freitas, presidente da Direcção da FPAK, “isto vai obrigar os clubes organizadores a conquistar os clientes e a acabar com o exagero das taxas de inscrição que estão a ser cobrados, por exemplo, no todo-o-terreno”.
Na teoria, os pilotos agradecem, pois terão total liberdade para seleccionar os eventos que mais lhes agradam, mesmo se a escolha terá obrigatoriamente que ser feita antes do respectivo campeonato ter início, admitindo a FPAK uma única alteração a meio do calendário.
O mesmo esquema será igualmente válido para o Campeonato Open de Ralis, faltando apenas definir se o calendário terá um total de oito ou dez provas, sendo que os pilotos terão obrigatoriamente que nomear apenas seis.
Jorge Rodrigues












