Agendada para as 7h00, este foi um erro que a organização, a Escuderia Castelo Branco, assume, dizendo que “foi um erro humano sem explicação, mas a pessoa que estava designada para montar as placas e os relógios adormeceu”.
Para além disso, o carro zero, que poderia ter detectado toda a situação antes dos pilotos começarem a competir, também se atrasou, o que fez com que não percorresse o troço. Interrogado sobre o que iria escrever no seu relatório acerca deste ‘incidente’, o observador da FPAK referiu que vai escrever o que realmente aconteceu, mas que é “inacreditável”.
Da parte dos pilotos, o espanto era também visível, com Filipe Campos, o primeiro a sair para o troço, a dizer no final que partiu “normalmente, mas quando cheguei ao local que as notas apontavam como local do final, não havia nada. Fui continuando e quase que entrei pelo pódio dentro. É uma falha grave que não tem explicação”.
A opinião geral dos pilotos era mesmo de incredulidade, com muitos a considerarem que este era um erro inadmissível numa prova do TT nacional, como era o caso de Miguel Barbosa: “Este é um campeonato nacional em que se gasta muito dinheiro e depois as organizações cometem estas argoladas”, referiu.
Com a anulação da Super Especial, os onze carros que partiram seguiram depois em ligação para o local da partida do 1º Sector Selectivo, onde irá, de facto, começou a prova, pelas 10h.
À partida estarão 25 equipas, já que apesar dos 42 inscritos apenas foram admitidos 26 carros, sendo que um deles, António Mendes, decidiu abandonar a prova no seguimento desta situação, sendo particularmente duro para com a organização.











