A estreia competitiva do novo MAN TGS ficou marcada por duas facetas bem distintas já que de liderar a corrida a piloto foi obrigada a parar a 50 quilómetros do final da etapa com problemas ao nível de electrónica.
Já Francisco Pita, ao volante de um Toyota Land cruiser, foi sexto no T2 e 28º da geral. Quando seguia em 1º lugar na classe T2 , o piloto, numa ultrapassagem ‘oueds’ alargou demasiado a trajectória e ficou pendurado numas pedras durante 1 hora, tendo terminado com algum atraso. Todavia, na 2ª passagem a equipa nº 322 – Francisco Pita/Humberto Gonçalves numa corrida feita de trás para a frente conseguiu galgar 15 lugares na passagem da “bucola”.
“Estou um pouco desconsolada com esta situação, já que estávamos a andar muito bem, melhor até do que poderia imaginar. Temos uma concorrência muito forte, o Tomecek já fez um pódio no Dakar, mas estávamos a ser mais rápidos do que ele. Furámos a 30 quilómetros do final da 1ª passagem pelo percurso e aí fomos obrigados a trabalhar no duro para mudar a roda com rapidez”, refere Elisabete Jacinto que acrescenta: “Perdemos o primeiro lugar, mas a 2ª posição era, mesmo assim, excelente. Estava a tentar recuperar algum do tempo perdido com o furo quando, de súbito, o motor se calou. É por certo um problema de juventude e a nossa assistência vai descobrir a sua origem para que amanhã tudo esteja em ordem para a 2ª etapa”.
Amanhã disputa-se a mais rápida etapa do rali. Com 557 kms dos quais 339 são cronometrados n’A Pista do Fort Zguilma é necessário permanecer atento à navegação, mesmo se numerosos fortes militares balizam o percurso. A partida é em fora de estrada durante 17 km, antes de fazer 50 km de percurso mais técnico rumo a norte. Seguem-se 70 km de pistas rolantes, com muitas pistas paralelas, ideais para ultrapassar, mas onde é preciso ter atenção ao pó!












