Além disso, Faria deverá entrar nesta edição com maiores cautelas pois fraturou três costelas numa prova do campeonato nacional e a sua preparação foi afetada por isso, tendo faltado ao último Rali de Marrocos.
“Seria um teste importante pela navegação, pelo calor e resistência. Ainda assim estive com a equipa a testar em França e também me tenho preparado em Portugal, mas preferia ter feito mais corridas”. O piloto de Olhão mantém “o mesmo objetivo do ano passado, ajudar o Cyril a ganhar o Dakar. Se ele estiver bem eu próprio poderei fazer a minha corrida e quem sabe terminar nos cinco primeiros. Em 2011 estava em quinto a três dias do fim quando tive aquela penalização de duas horas, portanto acho que esse é um resultado possível apesar das limitações da minha prova.” Aos 37 anos, depois do oitavo lugar em 2011, Faria continua integrado na melhor equipa do mundo e não perdeu a esperança de, um dia, ele próprio poder lutar pela vitória. “Tenho a melhor moto do Dakar, a melhor equipa e sinto que tenho aprendido imenso com o Cyril. Pode ser que um dia chegue a minha vez de brilhar”.












