Pedro Bianchi Prata terminou o Dakar na 42ª posição da geral, cumprindo a missão de chegar ao fim, obtendo pelo meio o 31º lugar na derradeira etapa: “Chegou ao fim mais um Dakar, a missão foi cumprida, mas os objetivos não. Mas o Dakar é mesmo assim, tudo pode acontecer. Foi um Dakar duro e quem chegou ao final foi bem merecido. A equipa trabalhou muito bem e sem eles nada disto era possível, um grande obrigado ao Sr. Elias, ao Lino e à Sandra. Quero agradecer a todos os patrocinadores que tiveram connosco e que nos continuam a apoiar pois foram eles que tornaram este Dakar uma realidade.”, referiu.
Paulo Gonçalves terminou o Dakar em 26º, embora o piloto da Husqvarna Rallye Team by Speedbrain tenha andado muito tempo pelos primeiros lugares da classificação geral, e teria, muito provavelmente conquistado um lugar no top 5, se não tivesse sofrido a penalização de seis horas, que lhe foi atribuída porque um adversário alertou a organização que o motard luso teria sido rebocado, depois dos problemas que teve num dos dias de prova, o que Paulo Gonçalves negou: “Foi a palavra dele contra a minha, mas pelos vistos para a organização foi suficiente e por isso nem sequer apelei, pois seriam os mesmos a decidir o apelo.”, referiu.












