A razão pela qual Ricardo Porém não arrancou para a Baja Aragón, já depois de ter realizado todos os trâmites referentes às verificações documentais e técnicas teve a ver com uma questão perfeitamente inusitada, que se iniciou numa operação ‘stop’ da Guardia civil espanhola, passou pela apreensão do Evoque Cattiva, e finalmente pela resolução da questão no tribunal, quando o juiz confirmou que toda a documentação do veículo estava legal. Eis as palavras do piloto: “Vivemos na Baja Aragón uma situação muito complicada. Depois de termos cumprido todas as verificações, documentais e técnicas, sermos admitidos à partida, e saído do parque fechado para a Super Especial, fomos surpreendidos pela Guarda Civil numa operação STOP, estrategicamente preparada, onde o nosso carro foi apreendido. Ficámos sem perceber a razão pela qual a polícia tomou este procedimento pois apresentamos todos os documentos originais do carro (livrete, seguro, IPO e passaporte técnico FIA) necessários para que o veículo circule na via pública. Esses mesmos documentos fizeram depois fé perante um juiz, que ordenou a libertação imediata da viatura, sem qualquer sanção ou coima. Nesta situação estiveram envolvidos mais quatro pilotos franceses que tiveram o mesmo desfecho. Lamento a atitude que a organização teve perante estes pilotos, que nunca deu a cara quando o problema foi criado. Por tudo isto, não consigo explicar o meu sentimento de revolta e tristeza por esta situação”, referiu Ricardo Porém.












