A braços com infindáveis problemas na Argentina esteve a Suzuki. Nem um “rebuçado” da FIA, que permite agora os técnicos japoneses testarem mais soluções durante o próprio rali, ajudou Toni Gardemeister e Per-Gunnar Andersson a disporem dos SX4 em condições técnicas minimamente razoáveis.
Enquanto o sueco logrou terminar na 24º posição, com os habituais problemas de motor a fazerem parte constante da “ementa do dia”, o finlandês começou por ficar só com tracção traseira, evidenciando depois problemas de direcção e caixa de velocidades até entregar definitivamente a carta de controlo na penúltima especial do rali.
Para Nobuhiro Tajima, responsável pelo Suzuki World Rally Team, o caminho a percorrer é ainda muito longo: “Temos muito trabalho pela frente e apesar de estarmos muito desapontados, reconheço que tivemos muito azar. O sensor que parou o P.G. Andersson no primeiro dia é uma pequena peça e é pouco habitual um piloto encontrar uma pedra no meio da trajectória, sem nada poder fazer. Parece que resolvemos os problemas de fiabilidade que nos afectaram no passado, mas necessitamos de continuar a trabalhar forte para solucionar os problemas que encontrámos. Apenas quando tivermos encontrado essas soluções, poderemos ter como objectivo lutar com os mais rápidos.”











