Daniel Nunes teve a sua primeira experiência num carro de caixa sequencial, e pelo que se viu em Fafe, não perdeu nem um pouco da sua reconhecida espectacularidade, ainda que agora guie um Citroën C2 R2 Max.
Em clara desvantagem para a concorrência, mesmo em comparação com a classe rainha, o Campeonato Nacional de Ralis e ainda com muitos hábitos de uma viatura de tracção total, o Mitsubishi Lancer que guiava, Nunes impôs-se ficando na frente entre todas as viaturas de tracção dianteira do Campeonato De Ralis Norte. Desde Lameirinha a Luilhas o ritmo imposto foi forte e o resultado assim o prova.
“O carro é fantástico. Sabíamos que estávamos em desvantagem para os nossos adversários, mas logo nos adaptámos. Na nossa primeira PE a centralina dos capacetes não funcionou e fizemos os 21 km sem nos ouvirmos. Mesmo assim vencemos. Depois em Luilhas fomos aumentando a vantagem. Pena o que nos aconteceu em S. Pedro onde ficamos sem acelerador e ficamos parados duas vezes. Ainda assim, conseguimos o nosso objetivo, vencer as duas rodas motrizes no Campeonato Norte, dando também ficar com uma boa noção de onde me posicionaria se estivesse a fazer o Campeonato Nacional de Ralis, o que é óptimo”, revela Daniel Nunes.
Para Rui Raimundo, “Revelamos ser competitivos tal como o éramos num carro se tracção integral. Pena os azares na primeira e quarta PE que condicionaram o resultado final. Vamos manter a aposta num carro de tracção dianteira. Parabéns ao Daniel que foi enorme nos tempos, sem deixar de ser espectacular”. A próxima prova está a ser preparada apesar de ainda não se saber em que carro.












