Além de António Félix da Costa, há outro piloto português na Fórmula E – trata-se de Bruno Correia, que está responsável por pilotar o Qualcomm Safety Car, um BMW i8 híbrido com 362 cv de potência, capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas quatro segundos. E tratando-se de corridas em circuitos urbanos, a hipótese do português entrar em pista são elevadas.
Nas duas corridas já realizadas (Pequim e Putrajaya), Bruno Correia foi chamado a intervir, admitindo que durante a sua intervenção “é um grande desafio e cada ocasião coloca os seus próprios desafios. Ao contrário de outros campeonatos, os pilotos querem pilotar o mais lentamente possível para evitar o uso da bateria. Sabem que têm que rodar dentro de uma distância de 10 carros, por isso preciso de manter um bom ritmo para assegurar que eles cumprem a regra”.
O experiente piloto de safety car lembrou ainda as variáveis de cada período de intervenção, como a pista ou a natureza do acidente, afirmando que “temos que nos adaptar. Ainda estamos também a aprender e a FIA está a trabalhar arduamente para assegurar que lidamos com todas as situações da forma o mais segura possível”. Recorde-se que Bruno Correia é igualmente o piloto permanente do safety car do WTCC há alguns anos.











