Os carros da Taça do Mundo de Carrro de Turismo (WTCR) ainda não saíram para a pista no 51º Circuito Internacional de Vila Real, com o primeiro dia dedicado apenas às competições nacionais de apoio, mas sente-se o entusiasmo dos pilotos pelo regresso, dois anos depois, da competição à cidade transmontana.
Na conferência de imprensa de antevisão da ronda portuguesa do WTCR, Tom Coronel lembrou que já teve os seus “altos e baixos em Vila Real”, com os grande momentos a serem a “vitória e claro, o enorme acidente com a ambulância dos bombeiros”. Para o piloto neerlandês é sempre um “bom sentimento porque há sempre uma grande festa, as pessoas conhecem-nos”. Segundo Coronel, o traçado de Vila Real é “complicado, como acontece com os circuitos citadinos, especialmente a longa curva à esquerda antes da chicane [no final da reta de Mateus]. É sempre excitante para os pilotos e não se pode cometer qualquer erro”.
O piloto da casa, Tiago Monteiro lembrou que “além de ser um dos mais desafiantes circuitos citadinos do mundo” e o “risco de errarmos vai aumentado” como o passar do fim de semana, o traçado transmontano apresenta ainda uma característica única no WTCR, a Joker Lap. Ou seja, um circuito exigente em termos de pilotagem e de estratégia.
Outro dos pilotos vencedores em anos anteriores é Thed Bkörk, que disse ser “fantástico estar de volta e a adrenalina que sentimos quando conseguimos completar uma boa volta é enorme”. O piloto sueco da Cyan Performance Lynk & Co subiu ao pódio numa das vitórias de Tiago Monteiro e admitiu que “se pudesse escolher uma pessoa para subir ao pódio em Vila Real é o Tiago, porque é um sentimento tremendo”, o que para Björk significa que se “tivemos uma má época, chegamos aqui e fazemos ‘refresh’ e saímos mais confiantes”.











