Apesar de terem terminado com os seus dois Porsche 963 no quinto e sexto posto da classificação, a estreia do LMDh da Porsche Penske Motorsport no WEC correu melhor do que tinha acontecido na prova inaugural do campeonato da IMSA em Daytona. A equipa não passou por problemas de fiabilidade como aconteceu em janeiro, o que quer dizer que houve muito trabalho entre uma corrida e outra. O resultado foi o possível, porque ficou comprovado alguma falta de performance nos carros alemães, sendo perceptível a diferença para os Toyota, Ferrari e para o Cadillac, que usa também um LMDh no WEC.
O #6, após sete horas de corrida, teve um problema elétrico de rápida resolução durante uma paragem nas boxes, mas que custou tempo à tripulação e os colocou uma posição atrás do Porsche #5. A tripulação do #5 teve de cumprir um ‘drive through’ na quarta hora de corrida, sendo estes os únicos problemas que a equipa teve de solucionar.
No final da prova do WEC, Thomas Laudenbach, Vice-Presidente da Porsche Motorsport afirmou que “em comparação com a concorrência, falta-nos performance. Temos de trabalhar sistematicamente e com intensidade nisto durante as próximas semanas”. Prova que, apesar da melhoria em termos de fiabilidade entre Daytona e Sebring, o Porsche 963 ainda não é um produto acabado e tem ainda muito para dar nas corridas de resistência.










