Stoffel Vandoorne chegou à F1 como uma potencial estrela do futuro, mas a sua passagem pelo grande circo foi amarga. O piloto belga acumulou dissabores e acabou por ser dispensado pela McLaren.
Em fase de recuperação, evolui agora na Fórmula E, onde tem agora uma ligação muito próxima com a Mercedes, e estreou-se no WEC este fim de semana, em Spa, numa corrida louca que teve de tudo, desde sol a neve.
Integrado na SMP, ocupando o lugar de Jenson Button, Vandoorne conseguiu subir ao pódio logo à primeira tentativa, apesar do seu carro ter ficado com apenas quatro velocidades nas últimas duas horas o que dificultou a vida a Mikhail Aleshin que cruzou a linha de meta. A Vandoorne foi entregue a missão de começar a corrida, onde teve de enfrentar condições muito difíceis e o maior stint de condução da sua carreira:
“Tivemos uma óptima corrida hoje. Eu estive no carro duas horas e 45 minutos. Nunca guiei por tanto tempo! O início foi bom, fomos rápidos quando tínhamos de ser. Na chuva, conseguimos fazer a diferença. A equipa esteve muito bem. Foi uma corrida muito difícil. para todos.
” Acho que experimentei tudo neste fim de semana. Foi bom ter essa experiência [antes das 24 Horas de Le Mans].
Vandoorne segue um caminho que outros ex-F1 seguiram. Apostaram no mundial de endurance e na Fórmula E para relançarem as carreiras, algo que fizeram com sucesso. Os casos de Sebastien Buemi e Jean-Éric Vergne servem de exemplo a Vandoorne, que por culpa própria, e vitima da circunstâncias, não mostrou todo o seu potencial na F1.










