A atuação da Toyota nas 6 Horas do México foi, no mínimo, confrangedora, já que contrariamente ao que tinha sucedido na prova anterior, no Circuito Hermanos Rodriguez não houve uma única ocasião em que os TS050 Hybrid – pela segunda vez na sua configuração de forte apoio aerodinâmico – fizessem frente aos rivais da Porsche. Os dois protótipos japoneses limitaram-se a lutar entre si pela terceira posição.
Anthony Davison admitiu que aos Toyota faltou velocidade no traçado da capital mexicana, muito por culpa da falta de aderência: “Lutávamos com a aderência nas curvas. O único sítio onde erámos rápidos era no setor um, que é composto sobretudo por retas. Isso mostra claramente que não tínhamos os mesmos níveis de aderência deles (Porsche). O segundo setor pareceu ser aquele em que eramos mais fracos. Pessoalmente debati-me com o equilíbrio do carro no meu turno de condução. Não estava contente com o carro por isso decidi devolver o volante ao Seb (Buemi), que acho que foi aquele de nós os três que conseguiu por o carro mais a seu gosto. E fez um bom trabalho”.
“Foi uma limitação de danos. A terceira posição era mesmo o máximo que podíamos extrair do carro. Os dois carros lutaram bastante na partida e acabaram por isso por atrasar-se em relação aos Porsche”, considerou também Davidson, para quem as próximas provas, em particular a pista de Fuji, deverão permitir à Toyota ser mais competitiva, pois não requerem tanto apoio aerodinâmico como na corrida do México. “Vamos sempre lutar bastante em sempre em pistas onde é necessário mais apoio, acho eu. Com a altitude do México era absolutamente ter o máximo de carga aerodinâmica possível. Claramente que não a tivemos em Nürbugring, e aqui também. Em Austin deverá ser, felizmente, melhor, e tenho a certeza de que há alguns circuitos no final do ano, particularmente Fuji, onde deveremos estar ao nível deles (Porcshe)”, acrescentou o piloto britânico da Toyota









