A Aston Martin assumiu um compromisso de cinco anos com o Campeonato do Mundo FIA de Endurance (WEC) na semana passada durante o Salão Automóvel de Genebra, onde o construtor britânico e a sua estrutura de competição através da Prodrive definiram os seus planos de futuro depois das suas vitórias em 2016. A partir de agora o empenho da marca é total, com o diretor da Aston Martin Racing, John Gaw a sublinhar que o futuro do WEC bem como o da marca é promissor. “Andy Palmer (o patrão) fez um trabalho brilhante pela marca, por isso a oportunidade é agora, pois produzem excelentes carros de estrada que se vendem mais depressa quando também correm na pista”, justificou.
Outra das razões apontadas por Gaw para a continuidade da Aston Martin no mais importante campeonato de endurance é o facto da disciplina gozar de estabilidade regulamentar no que à categoria GTE diz respeito, acentuando que um regresso aos LMP1 está fora de causa para a marca, porque a exposição na categoria de Grande Turismo é muito mais interessante para um construtor, já que há uma identificação imediata com o carro de estrada, enquanto nos protótipos a referência se faz muito mais através da tecnologia. Isto apesar de pessoalmente gostar da ideia de ver no futuro um LMP1 Aston Martin de novo na pista. O responsável da Aston Martin Racing afirmou também acreditar que a FIA, em conjunto com o ACO podem manter o interesse da disciplina e fazê-la crescer, através de regras que garantam um grande equilíbrio entre os construtores envolvidos.











