Carlos Tavares está a participar esta semana na European Le Mans Series ao volante de um Ligier da categoria LMP3, numa das suas raras aparições em corridas com carros modernos (também alinha nalgumas corridas de resistência com um 208 preparado por uma equipa suíça).
Como entusiasta deste género de provas, o presidente do Grupo PSA explicou ao site Endurance Info que a Peugeot poderá regressar às 24 Horas de Le Mans se forem cumpridos três requisitos. Os primeiros são dependentes da própria marca, “primeiro, voltar a colocar o Grupo PSA na rendibilidade. Há dois anos estávamos quase na falência e agora temos a quarta taxa mais alta da indústria automóvel. A segunda condição é ganhar o Dakar, o que também já conseguimos”.
A terceira condição já depende das políticas do Automobile Club de l’Ouest, pois “é necessário controlar a inflação da categoria LMP1. Se investimos vários milhões de euros, temos de saber que vamos ter uma boa exposição publicitária nos jornais e nas televisões. O WEC dá-nos mais espaço para a inovação, mas também temos de saber se temos mais retorno em Le Mans que no Dakar”. Para controlar os custos, Tavares sugere reduzir o investimento na aerodinâmica.










