Para 2016 a Citröen reduziu o número de carros com que irá alinhar no WTCC, passando de quatro para dois, mantendo a aposta em José María López e Yvan Muller. Este será o ano do ‘adeus’ a uma modalidade em que a marca alcançou os títulos de Pilotos e Construtores nos dois últimos anos. A partir de 2017 estará somente no WRC.
Segundo o diretor da equipa, Yves Matton, o percurso da Citroën no WTCC foi gratificante, mas esta elevou muito a fasquia da competição. “Esta foi um ótima experiência. Temos uma forma de trabalhar e mostrámos que ela funciona não só nos ralis. Elevámos o nível do campeonato, mas talvez possamos dizer que trouxemos um nível que é demasiado alto para o campeonato. Aprendemos muita coisa a fazer corridas de circuitos. Em termos de tecnologia há muitas ideias novas e coisas que somos capazes de usar para o futuro no WRC.”

















