Usado exclusivamente pelo WTCC desde 2009, o Circuito Moulay El Hassan recorre às largas avenidas da periferia da cidade. Composto principalmente por linhas rectas, intercaladas por ‘chicanes’, o traçado parece ser muito simples, mas essa é uma impressão errada, já que começar uma nova era do WTCC num circuito citadino como o de Marraquexe vai ser extremamente difícil para os homens do WTCC: “Não devemos render-nos às evidências, já que este é um circuito realmente difícil”, tempera Yvan Muller, o único piloto da Citroën Racing que já conduziu em Marrocos. “Como não é um traçado permanente, a pista é muito escorregadia no início. Depois, a chave para se conseguir uma volta rápida situa-se na passagem pelas faixas delimitadoras. É necessário subi-las e, por vezes, ultrapassá-las, embora devamos evitar terminar nos muros! Obviamente que trabalhamos este ponto durante os testes, mas vamos ter que esperar para sermos confrontados com a pista para ter uma ideia mais real da situação”. Num início da temporada bastante preenchido, o quádruplo campeão mundial considera ainda que será particularmente difícil iniciar o WTCC num circuito citadino: “Apenas uma semana depois de Marraquexe, já estaremos em Paul Ricard para disputar a segunda prova. Mesmo que tudo corra bem, os mecânicos não terão muito tempo para rever os carros. Se houver bastantes danos será ainda mais complexo para eles. Isso adiciona um pouco de pressão extra”.












