Numa competição que se inicia na China a 13 de setembro, a Fórmula E realizou recentemente uma simulação de corrida. Veja como tudo se passa e fique a saber o que é mais relevante sobre a competição. A Fórmula E, organizada por Alejandro Agag (antigo chefe da HRT F1 e da equipa Addax, que correu na GP2 e GP3 antes de ser reabsorvida pela Campos Racing) pretende ser a primeira competição automóvel disputada unicamente com carros elétricos. Como os monolugares não produzem ruído, o calendário pode assim ser composto exclusivamente por circuitos citadinos de algumas das principais metrópoles mundiais, que normalmente não teriam hipóteses de ver carros de corridas nas suas ruas. Cidades como Beijing, Buenos Aires, Londres e Berlim vão ter direito a e-Prémios (em vez de Grandes Prémios).
A Fórmula E vai estar aberta a qualquer construtor automóvel ou de componentes interessado em mostrar a sua tecnologia, mas para o primeiro ano os carros vão ser iguais para todos. Os monolugares vão ter o nome Spark-Renault, com a Spark Racing Technologies, fundada por Frédéric Vasseur (dono da equipa ART GP) a construir os carros. A monocoque é construída pela Dallara, o motor e a eletrónica são fornecidos pela McLaren, as baterias pela Williams e a caixa de velocidades pela Hewland. A Renault é responsável pela integração dos sistemas, e os pneus fornecidos pela Michelin vão ser iguais para tempo seco ou de chuva. Cada evento terá uma hora de treinos livres, com possível troca de carro, 90 minutos de qualificação, sem troca de carro e corridas de aproximadamente uma hora com troca de carro. A potência máxima de 270 cv será restrita a 180 cv na corrida.









