O Campeonato FIA de Fórmula E está na sua primeira temporada, tendo sido disputada unicamente uma corrida, no passado dia 13 de setembro, em Beijing, China. Depois do diretor-executivo da modalidade, Alejandro Agag, ter revelado que pretende ter já no segundo ano da competição, em 2015, “três ou quatro construtores diferentes de motores e baterias”, em entrevista ao site oficial da Fórmula E, o espanhol revelou ainda que tem em vista alargar o calendário a curto prazo.
“Existem planos para a ir a mais que 10 cidades. No próximo ano estaremos provavelmente em 12, e queremos crescer gradualmente para conseguirmos à volta de 18 corridas por ano”, explicou Agag.
O recém-criado campeonato tem tido boa recetividade, prova disso é o facto de “depois de Beijing, nós recebemos pedidos provavelmente de 40 ou 50 cidades de todo o mundo para receber a corrida, de modo que tem sido muito positivo”.
Quanto aos pilotos, “o número de inscritos é de 20 porque nós corremos com dois carros por piloto, por isso colocar 40 carros em todo o mundo já é muito”. Porém, Alejandro Agag acredita que quando as baterias estejam desenvolvidas a um nível que permita a um único carro – por piloto – aguentar toda a corrida, poderá alargar a grelha para mais duas equipas e quatro carros, respetivamente.











