Se já no ano passado, a aposta nos GT se tinha revelado acertada, este ano ficou claro que o caminho escolhido por Henrique Chaves foi o ideal e a mudança de mentalidade do piloto trouxe frutos:
“Estou a gostar muito desta minha passagem pelos GT e acredito que é uma aposta ganha. Gostei muito do meu ano nos LMP2, mas não temos as marcas envolvidas diretamente e era necessário explorar isso e os GT têm muitas marcas associadas. Creio que foi a escolha acertada. O primeiro ano não correu muito bem e embora tenha encarado inicialmente este desafio com cautela, com a mentalidade de aprender um mundo novo, depois da primeira corrida, mudei logo o foco e disse que queria ser campeão. Lutamos por isso, não conseguimos, e este ano mudei a minha mentalidade para poder ter mais hipóteses ainda. Mudei o meu mindset no geral, não só em pista, mas também na gestão do fim de semana no geral, que me permitiu estar muito mais forte dentro e fora de pista. Trata-se de ter confiança na equipa, no meu engenheiro e confiar que tudo vai correr bem. Sei o que fazer para estar rápido, sem ter a necessidade daquela volta extra para ganhar a confiança ou de um jogo de pneus extra para entender onde está a aderência na pista. A pole que consegui foi apenas com um jogo de pneus. E o GT Open tem a particularidade de quem qualifica, faz o arranque e o outro piloto apenas entra no carro na corrida. Esta mudança ajudou-me a estar logo no topo nessa situação. Tenho 100% de confiança na equipa e só tenho de aplicar o feedback do dia anterior. Sinto- me mais confiante no geral.”












