Segundo o responsável máximo (CEO) da Verizon IndyCar Series, Mark Miles, a disciplina poderá vir a ter um terceiro construtor envolvido, para se juntar à Chevrolet e à Honda, que são os únicos fornecedores de motores desde a saída da Lotus em 2013. Desde essa altura asseguram o fornecimento de propulsores e chassis – originalmente fabricados pela Dallara – a duas dezenas carros na época regular – 33 nas 500 Milhas de Indianápolis. Desde a saída da Lotus que os responsáveis da IndyCar Series procuram um novo fornecedor de motores, como forma de tornar a disciplina mais variada e interessante.
“Penso que um terceiro construtor é importante por várias razões. Desde que estamos envolvidos tem havido sempre contactos e há alturas mais propícias do que outras. E isso acontece agora”, afirma Mark Miles sem especificar que construtor se mostrou interessado em alinhar no mais importante campeonato de monolugares dos Estados Unidos. Mas há rumores que seja uma marca europeia. “Se conseguirmos algo na primeira metade deste ano é certo que veremos competir em 2019”, adianta o CEO da IndyCar. Mas há vários fatores que podem explicar o interesse por um terceiro construtor, e um deles é a descida das audiências televisivas da competição, num país onde a NASCAR continua a ser a disciplina mais seguida











