A busca pela segurança nos monolugares continua, a protecção da cabeça dos pilotos, a parte mais exposta, continua a ser um dos grandes focos e o aeroscreen da Red Bull foi testado em dois carros da Indycar Series.
A introdução do Halo no ano passado criou ondas de contestação, mas a sua utilidade do dispositivo foi colocada à prova logo na primeira metade do ano passado, quer na F2 como na F1. O Halo não é muito estético, mas é um elemento ao qual nos fomos gradualmente habituando. A proposta da Red Bull, o Aeroscreen foi também apresentada na altura, mas a protecção que dava aos pilotos não agradava à FIA e a ideia não passou disso.
Mas o conceito voltou a ser testado, desta vez na Indy, com Will Power e Scott Dixon a serem as “cobaias”. Um teste de oito horas na Indianapolis Motor Speedway, serviu para os responsáveis da Indy estudarem a possibilidade de usarem o Aeroscreen ao invés do Halo, agora obrigatório na grande maioria dos monolugares das competições supervisionadas pela FIA.
O presidente da IndyCar, Jay Frye, disse: “A fundação do Aeroscreen é muito sólida e agora também estamos a trabalhar nos vários acessórios. Foi um teste de enorme sucesso até agora e não vimos nada que não prevíamos”.
Power disse: “Poderíamos correr neste fim de semana com o dispositivo, não há problema. Isso mostra que bom trabalho que eles fizeram na solidez da estrutura”.
Dixon, cinco vezes campeão da IndyCar, apontou uma diferença fundamental.
“Comparado a apenas ter a cabeça exposta e todo o vento e todo o barulho, é quase como se estivesse num carro de estrada”, disse ele. “É extremamente silencioso. Você ouve muito mais o motor. Na verdade, é estranho. Pareceu muito estranho. Posso ouvir o rádio para variar. Normalmente não consigo ouvir .”
Some sights and sounds from the Aeroscreen's first on-track action at @IMS 👀 pic.twitter.com/nr3DgHjllV
— NTT IndyCar Series (@IndyCar) October 2, 2019










