Os problemas de fiabilidade de alguns dos motores Honda durante os treinos para a 101ª edição das Indy 500 vão ser investigados pela Honda Performance Develompent (HPD), responsável pelos propulsores da marca japonesa na IndyCar. O responsável por aquela estrutura admitiu que tem sido um tema comum e que já causou o abandono de Oriol Servia num dos treinos de preparação para a prova, pois tratou-se de uma anomalia “totalmente diferente” de tudo aquilo que já sucedera esta época.
“Os problemas que (Sébastien) Bourdais e (Charlie) Kimbal tiveram no Grande Prémio é o mesmo que Graham Rahal teve no primeiro dia de treinos. Depois Bourdais voltou a tê-lo, e que começou a acontecer a Alonso poucas horas antes da qualificação”, adiantou Allen Miller. O responsável máximo pela HPD diz que no caso do ex-Campeão do Mundo de F1 tratou-se de algo que foi sinalizado pela telemetria e teve um caráter preventivo. No entanto parece claro que a Honda tem um problema de fiabilidade entre mãos, embora não seja generalizado. “No começo da época tivemos alguns problemas (os abandonos de Alexander Rossi e Takuma Sato em Long Beach), e ainda não sabemos se tal está relacionado com a qualidade com uma falha de design. Estamos a estudar o problema”, referiu também Miller.












Só faltava esta mesmo na Indy Car a Honda também dar barraca. Pelos vistos os ares da F1 pegam-se. Palavras para quê ? É um artista japonês com certeza !
Já começa a ser mau demais. Até onde vai cair o prestigio da Honda?
Come on! Não estraguem o sonho ao Nando!
A Honda, desde 2004, já venceu por 11 vezes a Indy 500, inclusive em 2016. Na America a Honda está bem e recomenda-se.