Os responsáveis pela IndyCar Series não vão seguir o exemplo da Fórmula 1 e estudar a possibilidade de dotar os seus monolugares do halo protetor do cockpit. Em 2015 Justin Wilson morreu após um brutal acidente durante uma prova da IndyCar, um dos fatores que levou a F1 a pensar no halo, e a introduzir tal proteção dentro de algum tempo.
“Do ponto de vista técnico o halo está pronto”, garantiu Laurent Mekies, da FIA, ao jornal alemão Bild Sport. Contudo da parte do mais importante campeonato norte-americano de monolugares não há qualquer interesse em introduzir tal dispositivo. “Não queremos isso. Não há qualquer possibilidade de o incluirmos. Temos pistas com ‘banking’ e não imagino um carro com isso”, afirmou o CEO da IndyCar.
“Estamos mais inclinados pela solução do ‘windscreen’ do que pelo halo”, acrescentou Mark Miles. Esta última solução continua a estar também ‘em cima da mesa’ para a FIA. “Não está morta” essa ideia. “Tecnicamente é possível. Estamos atualmente à espera de uma decisão final sobre o halo, se querem o cockpit coberto ou não, para ver o que é esteticamente mais apelativo”, fez saber Laurent Mekies.
Nuno Barreto Costa











