O novo conjunto de regulamentos para IMSA WheatherTech SportsCar Championship começa a ganhar forma e o futuro da competição poderá passar pela adopção de um sistema de propulsão híbrido.
Na última reunião, os responsáveis da competição, em conjunto com as marcas abordaram a possibilidade do uso de um sistema híbrido simples, a ser usado apenas no eixo traseiro e com um limite de custos. Foram discutidas soluções de instalação do sistema nos chassis LMP2 e de que forma poderia afectar os carros, quer ao nível da integração (mudanças no chassis) quer ao nível operacionalidade. O IMSA não quer uma revolução, mas sim uma evolução e o novo sistema proposto não pretende aumentar sobremaneira a performance das máquinas mas sim ser um primeiro passo rumo a um sistema híbrido.
O IMSA está ciente do sucesso da fórmula actual e pretende manter os pontos fortes, sem adicionar mais complexidade ou custos às equipas. Outra das mudanças planeadas é a introdução de mais elementos estéticos diferenciadores das marcas. O IMSA já colocou esse aspecto nesta geração, mas não foi tão longe quanto queria para manter a uniformização com os chassis P2. Agora com separação de classes, a porta está aberta para que os carros tenham ainda mais características próprias das marcas que representam.
Quanto à possibilidade da uniformização entre o ACO e o IMSA, os responsáveis americanos não fecham a porta a um possível entendimento, dada a indecisão que existe neste momento do lado europeu. A agenda do IMSA está bem delineada e a introdução dos novos regulamentos para 2022 deverá acontecer segundos os prazos estipulados pela organização em conjunto com os construtores, mas há abertura para alguma flexibilidade, caso surja a oportunidade de uma plataforma conjunta.









