Manuel Espírito Santo prepara-se para a sua estreia nas 24 Horas de Daytona, este fim de semana, ao volante do Oreca da Pratt Miller Motorsports. O jovem piloto português vai partir da nona posição da grelha na categoria LMP2, depois de dificuldades sentidas pelo colega de equipa Chris Cumming durante a sessão de qualificação.
Apesar de o resultado não corresponder ao desempenho mostrado nos treinos livres, Espírito Santo relativiza a posição de partida, lembrando que numa corrida de 24 horas a estratégia e a consistência são determinantes. O piloto admite que a equipa perdeu rendimento na qualificação, possivelmente devido a opções de afinação menos eficazes, mas garante que ainda há margem para corrigir a situação antes do arranque.
Está previsto mais um treino livre antes da prova, oportunidade que a equipa pretende aproveitar para otimizar o comportamento do carro. Para a corrida, o objetivo passa por evitar incidentes nas fases iniciais, gerir os riscos e tentar atacar nas horas finais, mantendo intactas as ambições traçadas desde o início do evento.
“A corrida é tão longa que acaba por ter pouca relevância. Claro que todos queremos mostrar bom andamento desde o início e marcar uma posição. Até porque arrancar na frente é sempre bom para evitar as habituais confusões. Mas por qualquer razão perdemos performance e isso refletiu-se no resultado. Acho que o ‘set-up’ não estava o ideal, vamos ter de rever as configurações e ajustar da melhor forma”, afirmou Manuel Espírito Santo.
“Temos ainda tempo para trabalhar, o que é bom. Para a corrida mantemos as aspirações iniciais. Evitar percalços sem correr demasiados riscos para, nas últimas horas de corrida, atacar na medida do possível. Vamos ver o que nos reserva, sendo que estou optimista e desejoso de dar início a esta corrida”, concluiu o piloto português.









