O piloto português Ivan Domingues volta a entrar em pista este fim-de-semana para disputar o Grande Prémio da Hungria, nona e penúltima etapa do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 3. O Hungaroring, nos arredores de Budapeste, é conhecido pelas curvas lentas e técnicas, onde ultrapassar é um desafio e a precisão é determinante.
A cumprir a época de estreia na Fórmula 3, Ivan Domingues assume a exigência. “Queremos retirar o melhor do desafio que é correr no Hungaroring, um circuito muito técnico e exigente, onde todos os detalhes contam e onde o asfalto é especialmente severo com os pneus. Temos vindo a enfrentar alguns desafios com o setup do carro, o que tem influenciado a forma como temos abordado as qualificações, mas trabalhámos ao longo da semana para estarmos à altura e apresentarmo-nos da melhor forma possível. Neste circuito, ultrapassar não é fácil e, por isso, é crucial garantir uma boa posição na grelha para ambicionar um bom resultado. A previsão de chuva para o fim-de-semana pode baralhar as contas e até jogar a nosso favor, desde que consigamos qualificar bem e estar preparados para reagir às condições em constante mudança. Só esperamos que o tempo permita correr e que não se repita o que aconteceu em Spa, onde os Fórmula 3 nem chegaram a ir para a pista devido ao mau tempo”, afirma Ivan Domingues.
A qualificação do Grande Prémio da Hungria, em Fórmula 3, é já amanhã às 14h (hora de Lisboa). Ivan Domingues, de 19 anos, é o único português na grelha da Fórmula 3 e já conquistou uma vitória esta temporada, na corrida sprint do GP de Espanha. Tem 18 pontos e é o 19º classificado de um competitivo campeonato que, nas 16 corridas dos 8 GP já disputados, apresenta 11 vencedores diferentes.













Infelizmente já deu para ver que não está preparado para a F3. Fracos resultados, apesar das 15 provas já feitas entre sprint e corrida principal, só pontuou em duas. Os dois companheiros de equipas já tem mais do dobro dos pontos e são muito mais consistentes em termos de andamento e resultados.
Donadel, acho que não é uma questão de estar preparado ou não. Um dos colegas do Ivan, Santiago Ramos, já é repetente e o Nael pode, simplesmente, ser melhor do que o Ivan. Além disso, a equipa não é das melhores e, numa grelha de 30 carros, qualquer erro, mesmo mínimo, na qualificação, pode significar ser 10º ou 25º. E se cai pra lá do meio da grelha, resta-lhe rezar pelo caos para poder pontuar.
Pity, um piloto que tem como objetivo chegar a F1, tem que ter muito mais qualidade e infelizmente todo o percurso do Ivan nos formulas mostram que ele não tem isso. Não tem qualquer vitória em formulas de promoção. Não fez melhor que top10 em nenhuma competição de acesso e promoção. Talvez o ultimo piloto com resultados tão fracos em formulas de promoção que chegou na F1, tenha sido o Latife e mesmo esse conseguiu top5 em algumas competições. Mas só entrou na F1 por o pai ter financiado a Willians muitos anos, caso contrario, nunca lá teria colocado os… Ler mais »