António Félix da Costa e Jean-Éric Vergne deverão manter-se na DS Techeetah na próxima época. Apesar das incertezas sobre o futuro de Vergne, parece agora mais claro que o francês se manterá na estrutura.
A Techeetah, que é propriedade da empresa chinesa de marketing desportivo SECA, tem procurado vender uma participação da equipa a parceiros desde 2019 quando ganhou um segundo título com a Vergne, o que tem criado algumas incertezas nos últimos meses (que poderão ter também alguma responsabilidade numa época de altos e baixos da equipa), mas a The Race adiantou que lhes foram dadas garantias de que os potenciais novos detentores de participações maioritárias confirmarão ambos os pilotos quando o acordo for concluído. Félix da Costa já tinha um acordo até 2022 mas o de Vergne terminava este ano mas deverá ser mantido para a próxima época.
“Penso que é justo dizer que quando as novas pessoas chegaram, foi num momento muito importante para mim, em que pensei ‘Vou esperar e ver se esta equipa ainda está aqui ou se algo de bom vai acontecer'”, disse Vergne à The Race em Berlim. “Mas não se pode ter uma boa carreira a adivinhar o que vai acontecer ou o que não vai acontecer. Por isso, talvez precisássemos de fazer a escolha de ir a outro lugar. Os novos donos chegaram na altura certa e há aí uma atitude correta, penso que isso me faz dizer, ‘sim, estarei lá no próximo ano'”.
Já Félix da Costa deixou claro no seu discurso no final da época que a sua presença seria um dado adquirido. O português teve uma proposta para ir competir para a Indy para a Rahal Letterman Lanigan Racing mas o acordo não foi concluído porque a equipa queria uma resposta num intervalo de tempo em que Félix da Costa não podia responder. O português provavelmente terá que esperar para ver o que os Hypercars e LMDh dão, e com muitas marcas envolvidas poderão surgir boas propostas, pelo que comprometer-se agora com a Indy impediria o ingresso numa das eras mais entusiasmantes do endurance.












