A Fórmula E quer alargar o seu calendário a novas cidades e neste momento os seus responsáveis estão em conversações com 26 novas potenciais localizações. Logicamente, nem todos o vão conseguir, mas para lá dos existentes e que colocam de pé eventos bem sucedidos, e os novos que a Fórmula E pretende visitar, há muito trabalho pela frente.
Na lista constam cidades como Yokohama (Japão), Xangai (China), Cidade do Cabo (África do Sul), Rio de Janeiro (Brasil), Eindhoven (Holanda), Atlanta (EUA) e Helsingborg (Suécia), sendo que a ideia é reduzir o lote a sete e daí construir os próximos calendários.
Até aqui, na sua história a Fórmula E já visitou 17 nações, a maioria delas com eventos bem no coração das cidades. Há exceções, como é o caso da Cidade do México e Marraquexe, que se realizam em circuitos permanentes ou semi permanentes.
Alejandro Agag e a sua equipa querem rumar ao Japão, mas Tóquio, até aqui, tem sido ‘difícil’, devido a complexos procedimentos legislativos. O Brasil e a China estão no topo do interesse de Agag, sendo perfeitamente possível uma segunda corrida na China, país donde são oriundas três equipas (DS Techeetah, NIO333, Envision Virgin Racing), havendo como se sabe muitos fabricantes com interesses de marketing nesse país.
Mas não só a África, Ásia e América. Também na Europa há diversas cidades interessadas em receber um E-Prix, por exemplo Eindhoven, na Holanda, e Helsingborg, na Suécia. Como se percebe, o calendário da Fórmula E deve mudar bastante nos próximos anos.
Lisboa chegou a ter conversações nesse sentido, mas as coisas ficaram em stand by. Quem o revelou foi António Félix da Costa, atual líder do campeonato de Fórmula E. A ideia era correr em Belém, frente ao Mosteiro dos Jerónimos, e ao lado do Centro Cultural de Belém, exatamente onde se disputou a super-especial de Lisboa do Rali de Portugal, ou onde esteve sediado o Parque Fechado do Lisboa-Dakar.








